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Café não é mais vilão do câncer de bexiga, segundo OMS

16.06.2016

Foi divulgada ontem pela Organização Mundial da Saúde mais uma ótima notícia para aqueles que - como nós - não vivem sem café! Confira:

 

Fonte: Dow Jones Newswires

 

Nova Iorque - A Organização Mundial da Saúde (OMS) retirou o café da lista de possíveis causadores do câncer de bexiga. O produto permaneceu nesta lista por 25 anos.

 

O Departamento de Pesquisas sobre Câncer da organização deverá se pronunciar sobre a revisão e deve também absolver o produto do risco de provocar outros cânceres, como o de pâncreas e de próstata.

 

Nos últimos anos, diversos estudos não encontraram relação direta entre câncer e o consumo de café, tendo encontrado, inclusive, alguns benefícios em relação a alguns tipos da doença.

 

A reviravolta na OMS vem na esteira da revisão, pela Agência Internacional de Pesquisa do Câncer (IARC, na sigla em inglês), de mais de mil estudos que não indicavam o café como causador de câncer, conforme detalhes concedidos ao The Wall Street Journal.

 

Pesquisadores da IARC concluíram que "não há qualquer evidência de risco cancerígeno oferecido pelo consumo de café".

 

O cientistas constataram que diversos estudos mostravam que o consumo da bebida não oferecia efeitos cancerígenos no pâncreas, mamas e próstata, além de "observar a redução de riscos no câncer de fígado e endométrio uterino".

 

Na média, os norte-americanos consomem três copos de café por dia, movimentando US$ 74,2 bilhões no ano passado, conforme a Associação Nacional do Café dos EUA (NCA, na sigla em inglês).

 

O produto é a bebida mais consumida no país, superando inclusive água de torneira, afirma a NCA.

 

Desde 2011, o consumo global tem crescido em média 2,5% ao ano. Mais de 150 milhões de sacas de 60 quilos foram consumidas globalmente em 2014, de acordo com dados da Organização Internacional do Café (ICO).

 

A IARC, entretanto, passou a apontar o consumo de bebidas muito quentes como "provavelmente cancerígenas".

 

A Agência não especificou o que pode ser considerado "muito quente" e determinou a classificação com base em "evidências limitadas" de estudos sobre o câncer de esôfago na Ásia e América do Sul, onde bebidas são consumidas numa temperatura média de 70 graus Celsius.

O Insituto Norte-Americano de Pesquisa do Câncer, por sua vez, lista o café como produto que combate o câncer, diante da variedade de fitoquímicos e compostos biologicamente ativos presentes na bebida.

 

Um estudo realizado pelo Instituto Dana-Farber de Câncer, publicado no ano passado, apontou que o consumo regular de cafeína pode prevenir a reincidência do câncer de cólon após o tratamento e aumenta as chances de cura.

 

 

 

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